Daí se passam alguns dias e vc pensa "o desconhecimento do futuro é a melhor coisa q poderia me acontecer agora". Se eu fosse capaz de prevê-lo ou o conhecesse eu não teria a chance de reavaliar-me e só criaria defesas pra próxima etapa. O livre arbítrio é uma das maiores dádiva q existe. Foda-se a regra! Foda-se o tarot! Foda-se a teoria!
Foda-SE TODA e qualquer forma de previsibilidade!
Foda-se a civilização!
Sai de mim! Eu quero é viver (PORRRA!) !
Hoje vivo a pletóra. Estou maravilhada comigo mesmo!
Apaixonei-me por mim
“Vitrine moderna” foi criado com o intuito de externar - publicar universalmente - as catarses de uma flâneur que transita pela multidão nas ruas do centro do Rio de Janeiro. Ao leitor(a) nada é cobrado. Visite se quiser, comente se se sentir à vontade.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Pra “saber doer"
Quando a vida te exigir mais maturidade conceda-a. A gente sempre tem o q aprender. Hoje busco serenidade pra realizar minhas escolhas, pra saber discernir sempre o que é necessário, do que é supérfluo, do que é excesso. Pra “saber doer”, pra saber sentir o doer sem carregar a necessidade da previsibilidade, do controle de tudo. Há sempre mais, !
Fertilidades
Esses últimos 3 dias tem sido dias de fortes reflexões. Recuperei um comportamento de busca de fontes saudáveis. Leituras, amigos, amor próprio. E encontrei coisas bem legais no espaço real e virtual. Mas, algumas dessas coisas me chamaram bastante à atenção reflexiva. Um blog sobre autoestima, a abertura pra uma nova amizade e o reencontro de mim mesma.
O que surgiu de novo, há mais ou menos três dias, foi a constatação de que preciso cuidar de mim. De que não adianta nada a busca pelo outro se não há um encontro seu, de si para si. E o que surgiu de novidade foi uma reflexão de ontem. Que eu havia iniciado uma trilha há mais ou menos 1 mês atrás por um caminho errado. Eu havia pego um suposto atalho, suposto. Eu buscava ser amada, mas me esquecia de uma máxima que sempre digo: "só se dá o q se tem". Minha busca pelo amor acontecia cheia de traumas e mágoas. Por isso eu dava pouco pra mim mesma. Eu entregava o amor, mas um amor tb cheio de cicatrizes, de defesas. E queria receber mais. Tal como uma tentativa de suprir a ausência que eu mesma gerava com a minha "descompensação" traumática. A ficha caiu quando li uma frase que dizia algo como "ser amado, ser amável". A reciprocidade de si para si e do outro para com vc só acontece em mão dupla.
Daí veio uma segunda constatação: eu não me via mais sendo amável pra mim mesma, havia me perdido de mim. Havia descoberto o desejo de ser amada (em outra época eu não tinha essa busca, pelo contrário. A saída era o isolamento. A solitude). Então eu havia descoberto o desejo de ser correspondida, de viver a dois. Queria a correspondência, a troca, mas nessa busca eu me doei de mais. Daí me perdi dos meu gostos, dos meus valores, dos meus horizontes. Eu havia cedido demais, ouvido mais o externo do que o interno. Aí a balança pesava mais pra busca pelo ser amada pelo outro.
Há algumas frase prontas que dizem tudo e não dizem nada pq se tornam familiares demais pela repetição. Acabam que ficam vazias de sentido. Tal como: "eu amo os outros pq me amo." Quando vc ouve isso... quando eu ouvia isso logo pensava: "Lá vem aquelas frase prontas. De quem não sabe o que te dizer e acha que tem que te dizer algo."
Sim é uma frase pronta e muitas vezes dita por quem não se ama e está bem longe de amar o outro. Mas ela não se tornou uma máxima à toa. Os ditos populares são incríveis em sua capacidade de expressar verdades sobre o inconsciente coletivo. Eu precisei estranhar o familiar para constatar a sua essência, enxergar a sua originalidade.
Daí com isso veio uma 3ª reflexão: se vc quer que a sua vida seja diferente pra vc, então seja diferente para a sua própria vida (!!!) Nossa, o mundo se abriu. Me dei conta de como eu repetia comportamentos já constatados por mim como comportamentos destrutivos, aprisionadores de mim mesma. Pasmem (!!!) Como eu já reproduzia alguns desses comportamentos há anos, há uma década pelo menos!
Eu não só não estava sendo nenhum um pouquinha autêntica como eu havia nesse trânsito todo caótico de "busca"(pelo amor?! /amor-próprio?!) me perdido de mim mesma. Do meu "eu" que me satisfazia, que me compensava (não, recompensava. Sacou?) Caramba!!!!!!! CARALHOU! NÃO quero ser recompensada pelo outro. Quero que a balança dessa economia interna seja satisfeita por mim, pra mim. Sem que isso signifique solidão, a um, a dois ou a três. Egoísmo meu? Não, nenhum pouco. Altruísmo! Não preciso estar sozinha ou acompanhada para isso (Esse é o pulo do gato). Há 10 anos atrás eu queria equilibrar essa balança sozinha, como seu fosse uma jogadora que jogava sozinha. Há dois eu buscava o equilíbrio em uma gangorra, como se o jogo pertencesse somente à dois. Deixei tornar-me coadjuvante e fiquei infeliz. Hoje vejo não há jogo, há sinceridade e entrega. Um exercício difícil e diário, que por vezes nos perdemos e, é necessário, pausa pra se ver melhor.
A noção de recompensa e descompensação fez com que eu me desse conta de que a minha satisfação tava na mão do outro e com isso me vi na necessidade de olhar mais pra mim. Aí sim, assim eu começava a almejar saídas e a recordar de comportamentos antigos de superação, de auto-superação, eu começava com isso a perceber caminhos e reconhecer em mim a capacidade de ser amável, de ser amável pra mim mesma.
Daí veio a 4ª : Às vezes é reconfortante se acomodar uma situação, às vezes o medo nos aprisiona, às vezes buscamos em modelos alternativas para "cuidar" das nossas dores. Mas, não há modelos. Não há respostas únicas. Não há uma única saída possível. Cada um tem na bagagem da sua própria história seus, traumas, seus modelos, suas buscas e suas saídas prontas como possíveis alternativas. Como alternativas viáveis. Mas todas elas são possíveis e viáveis. As escolhas estão entre o conhecido e o desejado. Então o melhor de tudo isso é não criar esquemas e não querer prever o que não tem como ser previsto. O futuro só pertence ao futuro. Achamos q temos ou que podemos ter o controle. Não podemos!!! O que temos são planos construídos diariamente e individual/coletivamente nesse caminhar que sim é só nosso e, por isso, é único.
Não solitário. Por que ninguém é sozinho no mundo.
Por ora, fico com a minha nova máxima "ser amada, ser amável". E com os meus planos de abrir-me mais pra vida e deixá-la que ela também se abra pra mim. De abrir meus braços pra minha vida deixando que entre em mim o que de bom eu tenho pra receber.
E quer saber, tenho mais uma constatação a ser compartilhada. As pessoas são milagres na nossa vida, milagres construídos/ permitidos por nós mesmos, milagres que nos fazem nos tornar seres melhores. Basta olharmos e enxergarmos. Não basta ver. Há aquelas com quem nos identificamos e colamos querendo tê-las sempre por perto. Há aquelas que são chatas e nos parecem insuportáveis. Talvez com essas temos que aprender a força da palavra não. E a força do reconhecimento de nossos limites. Mas ninguém é só isso ou só aquilo, né. Então praticar a tolerância tb é bom. Agora tolerar é diferente de aceitar, né. Não abrir mão do não tb é um exercício necessário.
O primeiro passo. O passo do dia de hoje. Reconhecer meus limites. Reconhecer para superá-lo, um a um. Porque se eu quero ter uma vida melhor e estar perto de pessoas mais agradáveis tenho que começar por mim.
O que surgiu de novo, há mais ou menos três dias, foi a constatação de que preciso cuidar de mim. De que não adianta nada a busca pelo outro se não há um encontro seu, de si para si. E o que surgiu de novidade foi uma reflexão de ontem. Que eu havia iniciado uma trilha há mais ou menos 1 mês atrás por um caminho errado. Eu havia pego um suposto atalho, suposto. Eu buscava ser amada, mas me esquecia de uma máxima que sempre digo: "só se dá o q se tem". Minha busca pelo amor acontecia cheia de traumas e mágoas. Por isso eu dava pouco pra mim mesma. Eu entregava o amor, mas um amor tb cheio de cicatrizes, de defesas. E queria receber mais. Tal como uma tentativa de suprir a ausência que eu mesma gerava com a minha "descompensação" traumática. A ficha caiu quando li uma frase que dizia algo como "ser amado, ser amável". A reciprocidade de si para si e do outro para com vc só acontece em mão dupla.
Daí veio uma segunda constatação: eu não me via mais sendo amável pra mim mesma, havia me perdido de mim. Havia descoberto o desejo de ser amada (em outra época eu não tinha essa busca, pelo contrário. A saída era o isolamento. A solitude). Então eu havia descoberto o desejo de ser correspondida, de viver a dois. Queria a correspondência, a troca, mas nessa busca eu me doei de mais. Daí me perdi dos meu gostos, dos meus valores, dos meus horizontes. Eu havia cedido demais, ouvido mais o externo do que o interno. Aí a balança pesava mais pra busca pelo ser amada pelo outro.
Há algumas frase prontas que dizem tudo e não dizem nada pq se tornam familiares demais pela repetição. Acabam que ficam vazias de sentido. Tal como: "eu amo os outros pq me amo." Quando vc ouve isso... quando eu ouvia isso logo pensava: "Lá vem aquelas frase prontas. De quem não sabe o que te dizer e acha que tem que te dizer algo."
Sim é uma frase pronta e muitas vezes dita por quem não se ama e está bem longe de amar o outro. Mas ela não se tornou uma máxima à toa. Os ditos populares são incríveis em sua capacidade de expressar verdades sobre o inconsciente coletivo. Eu precisei estranhar o familiar para constatar a sua essência, enxergar a sua originalidade.
Daí com isso veio uma 3ª reflexão: se vc quer que a sua vida seja diferente pra vc, então seja diferente para a sua própria vida (!!!) Nossa, o mundo se abriu. Me dei conta de como eu repetia comportamentos já constatados por mim como comportamentos destrutivos, aprisionadores de mim mesma. Pasmem (!!!) Como eu já reproduzia alguns desses comportamentos há anos, há uma década pelo menos!
Eu não só não estava sendo nenhum um pouquinha autêntica como eu havia nesse trânsito todo caótico de "busca"(pelo amor?! /amor-próprio?!) me perdido de mim mesma. Do meu "eu" que me satisfazia, que me compensava (não, recompensava. Sacou?) Caramba!!!!!!! CARALHOU! NÃO quero ser recompensada pelo outro. Quero que a balança dessa economia interna seja satisfeita por mim, pra mim. Sem que isso signifique solidão, a um, a dois ou a três. Egoísmo meu? Não, nenhum pouco. Altruísmo! Não preciso estar sozinha ou acompanhada para isso (Esse é o pulo do gato). Há 10 anos atrás eu queria equilibrar essa balança sozinha, como seu fosse uma jogadora que jogava sozinha. Há dois eu buscava o equilíbrio em uma gangorra, como se o jogo pertencesse somente à dois. Deixei tornar-me coadjuvante e fiquei infeliz. Hoje vejo não há jogo, há sinceridade e entrega. Um exercício difícil e diário, que por vezes nos perdemos e, é necessário, pausa pra se ver melhor.
A noção de recompensa e descompensação fez com que eu me desse conta de que a minha satisfação tava na mão do outro e com isso me vi na necessidade de olhar mais pra mim. Aí sim, assim eu começava a almejar saídas e a recordar de comportamentos antigos de superação, de auto-superação, eu começava com isso a perceber caminhos e reconhecer em mim a capacidade de ser amável, de ser amável pra mim mesma.
Daí veio a 4ª : Às vezes é reconfortante se acomodar uma situação, às vezes o medo nos aprisiona, às vezes buscamos em modelos alternativas para "cuidar" das nossas dores. Mas, não há modelos. Não há respostas únicas. Não há uma única saída possível. Cada um tem na bagagem da sua própria história seus, traumas, seus modelos, suas buscas e suas saídas prontas como possíveis alternativas. Como alternativas viáveis. Mas todas elas são possíveis e viáveis. As escolhas estão entre o conhecido e o desejado. Então o melhor de tudo isso é não criar esquemas e não querer prever o que não tem como ser previsto. O futuro só pertence ao futuro. Achamos q temos ou que podemos ter o controle. Não podemos!!! O que temos são planos construídos diariamente e individual/coletivamente nesse caminhar que sim é só nosso e, por isso, é único.
Não solitário. Por que ninguém é sozinho no mundo.
Por ora, fico com a minha nova máxima "ser amada, ser amável". E com os meus planos de abrir-me mais pra vida e deixá-la que ela também se abra pra mim. De abrir meus braços pra minha vida deixando que entre em mim o que de bom eu tenho pra receber.
E quer saber, tenho mais uma constatação a ser compartilhada. As pessoas são milagres na nossa vida, milagres construídos/ permitidos por nós mesmos, milagres que nos fazem nos tornar seres melhores. Basta olharmos e enxergarmos. Não basta ver. Há aquelas com quem nos identificamos e colamos querendo tê-las sempre por perto. Há aquelas que são chatas e nos parecem insuportáveis. Talvez com essas temos que aprender a força da palavra não. E a força do reconhecimento de nossos limites. Mas ninguém é só isso ou só aquilo, né. Então praticar a tolerância tb é bom. Agora tolerar é diferente de aceitar, né. Não abrir mão do não tb é um exercício necessário.
O primeiro passo. O passo do dia de hoje. Reconhecer meus limites. Reconhecer para superá-lo, um a um. Porque se eu quero ter uma vida melhor e estar perto de pessoas mais agradáveis tenho que começar por mim.
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Naquele momento em q vc se dá conta de que tudo o q vc deixou pra trás ficou pra trás pq não te servia. Vc olha algumas fotos de pessoas que conheceu num tempo antigo e percebe o pq de distanciamentos. Daí pensa: Nossa, a melhor coisa q eu fiz foi seguir meu prumo! Permitir o afastamento de quem queria se afastar. Algumas pessoas mudam, outras são sempre caretas. A melhor das escolhas q fiz foi buscar se eu mesma! Parece bobo essa constatação. Mas, eu já tentei ser um padrão aceito. Chata, eu?! Chata eu era pra mim mesma. Hoje: não gostou, cai fora!
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Agora é a minha vez!
Vim aqui por conta de uma promessa que fiz a mim mesma. Não dissecar somente a mente fria e desesperada. O que me traz hoje é a paz. Aquele minuto em você é capaz de olhar pra si e, mesmo diante de todos os problemas, afirmar "sou feliz". Estou pronta pra felicidade.
Vim pq tenho novas promessas e aspirações. Vim pq quero documentar a esperança no futuro e no desejo de manutenção desse sentimento de felicidade e satisfação de si.
Sim, sou apesar de tudo capaz de sonhar. De olhar-me por dentro, rever erros e reconhecer acertos. Foram muitos os percaussos por onde passei. Muitas as ausências que superei. Muitas situações de improviso que me mantiveram na sobrevida. Mas, hoje eu quero mais que a sobrevida e os improvisos. Também, foram inumeráveis as tentativas de controle, domínio e situações criadas por mim por medo e ausência de segurança. Não posso negar esses fatos.
Só que hoje me dei conta de que não preciso mais carregar esse medo infantil, medo do abandono. Medo de reviver a rejeição preconizada no abandono vivido na infância. Eu cresci. E já é hora de me dar conta de que posso superar esse sentimento.
Estou pronta pra viver o amor sadio. E é esse sentimento que quero manter, pois quero permitir-me ser amada. Percebi que cada "técnica" de controle ensejada afastava-me da possibilidade de sentir-me amada. Tudo movido pela uma ilusória sensação de segurança. Não tenho como doutrinar uma conduta que assegure-me essa sensação, ela está fora das minhas possibilidades pq não tenho como controlar a realidade que é externa a mim.
Então permito-me viver porque o oposto é aprisionamento de si. E no aprisionamento não alcanço nem o objetivo de segurança nem de felicidade. No oposto vivo no medo. Mas, medo não é o que quero pra mim.
A partir de hoje declaro "permito-me viver a sorte do amor tranquilo". Se vc for capaz de compartilhar comigo dessa vivência certamente estará presente no meu caminhar e, se não for, inevitavelmente, trilharemos caminhos distintos. Tenho a sorte de ter superado a sobrevida. De estar em paz comigo mesma e poder dizer-me "quero-te bem, quero-te pra tua própria vida".
Sim, eu quero a minha vida pra mim também. Assim como reivindicas a sua pra ti. Quero a individualidade das minhas conquistas. Quero-me para os meus próprios sonhos. Como hoje eu queria ficar só comigo mesma. Azeitar as ideias. Destemperar os conflitos. De dar-me conta do amor que há em mim. De dar-me ao amor próprio para que o próprio amor flua dentro de mim.
Trilhemos nossos passos. Arrogância e estupidez são grosserias tão ásperas quanto o controle. Livremo-nos dessa mesquinhez medíocre de sentimentos e, certamente seremos mais felizes.
Vim pq tenho novas promessas e aspirações. Vim pq quero documentar a esperança no futuro e no desejo de manutenção desse sentimento de felicidade e satisfação de si.
Sim, sou apesar de tudo capaz de sonhar. De olhar-me por dentro, rever erros e reconhecer acertos. Foram muitos os percaussos por onde passei. Muitas as ausências que superei. Muitas situações de improviso que me mantiveram na sobrevida. Mas, hoje eu quero mais que a sobrevida e os improvisos. Também, foram inumeráveis as tentativas de controle, domínio e situações criadas por mim por medo e ausência de segurança. Não posso negar esses fatos.
Só que hoje me dei conta de que não preciso mais carregar esse medo infantil, medo do abandono. Medo de reviver a rejeição preconizada no abandono vivido na infância. Eu cresci. E já é hora de me dar conta de que posso superar esse sentimento.
Estou pronta pra viver o amor sadio. E é esse sentimento que quero manter, pois quero permitir-me ser amada. Percebi que cada "técnica" de controle ensejada afastava-me da possibilidade de sentir-me amada. Tudo movido pela uma ilusória sensação de segurança. Não tenho como doutrinar uma conduta que assegure-me essa sensação, ela está fora das minhas possibilidades pq não tenho como controlar a realidade que é externa a mim.
Então permito-me viver porque o oposto é aprisionamento de si. E no aprisionamento não alcanço nem o objetivo de segurança nem de felicidade. No oposto vivo no medo. Mas, medo não é o que quero pra mim.
A partir de hoje declaro "permito-me viver a sorte do amor tranquilo". Se vc for capaz de compartilhar comigo dessa vivência certamente estará presente no meu caminhar e, se não for, inevitavelmente, trilharemos caminhos distintos. Tenho a sorte de ter superado a sobrevida. De estar em paz comigo mesma e poder dizer-me "quero-te bem, quero-te pra tua própria vida".
Sim, eu quero a minha vida pra mim também. Assim como reivindicas a sua pra ti. Quero a individualidade das minhas conquistas. Quero-me para os meus próprios sonhos. Como hoje eu queria ficar só comigo mesma. Azeitar as ideias. Destemperar os conflitos. De dar-me conta do amor que há em mim. De dar-me ao amor próprio para que o próprio amor flua dentro de mim.
Trilhemos nossos passos. Arrogância e estupidez são grosserias tão ásperas quanto o controle. Livremo-nos dessa mesquinhez medíocre de sentimentos e, certamente seremos mais felizes.
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