To aprendendo a descansar as armaduras
To aprendendo a repousar acolhida
To aprendendo abraçar os sentimentos
Amor, é bom deixar-te por perto
Amor, é bom deixar-se ser amada
Sombras, te vejo
“Vitrine moderna” foi criado com o intuito de externar - publicar universalmente - as catarses de uma flâneur que transita pela multidão nas ruas do centro do Rio de Janeiro. Ao leitor(a) nada é cobrado. Visite se quiser, comente se se sentir à vontade.
quarta-feira, 22 de julho de 2020
Caminhando
Se você soubesse o amor que há aqui
Ah... se tu soubesse, não se escondia
Eu não vou dizer de novo
Eu sinto
Eu deixo a palavra seguir
Sem prender o sentimento
Eu vejo
Me aninho no teu colo
Mas não te prendo
Se queres ir, vá
Porque meu amor
Ah, ele continua aqui comigo.
terça-feira, 7 de julho de 2020
Boa noite, noite fria.
Boa noite!
Eu nunca sei muito bem como começar um texto. Vim sem perspectivas hj. É bom escrever sem a preocupação de estar sendo analisada. É bom ser livre. Né mesmo?! Gosto do anonimato. Gosto de não ser objeto dê. Que tem dê. Que precisa dê. Eu gosto da não obrigatoriedade das coisas. Valorizo aquilo que não se força e não ofusca.
Há tempos estou querendo escrever sobre os dias nublados. Das noites de inverno. Gosto destes dias e, particularmente, destas noites. Sentir aquele friozinho ventilando o rosto gelado. Admirar aquele sol que se deita rosado. Eu gosto dos dias amenos, frescos e do céu em brasa mormente, como uma obra de arte que nos toca intuitivamente. Despretensiosa. O inverno pra mim é assim. Seu frio me aconchega. Seu vento me acolhe. Seus sóis me revigora.
Gosto da sua presença tímida, que chega sem se anunciar. Que nos envolve sem pesar sobre a nossa derme. Trazendo lembranças das tardes em que os cabelos precisavam de elásticos. Mas que bastava um casaco pra continuar a brincadeira. A fogueira à noite vinha como uma ideia e as consequências disto eram somente batatas-doces quentes e assadas. Sim, como são bons os dias cinzentos. Agradáveis e delicados. Tem coisa mais gostosa do que pessoas assim? Chegam sem aviso. Se põe. Quando menos percebemos já estão lá sendo, desnecessariamente, tudo o que não imaginávamos que precisávamos.
Eu nunca sei muito bem como começar um texto. Vim sem perspectivas hj. É bom escrever sem a preocupação de estar sendo analisada. É bom ser livre. Né mesmo?! Gosto do anonimato. Gosto de não ser objeto dê. Que tem dê. Que precisa dê. Eu gosto da não obrigatoriedade das coisas. Valorizo aquilo que não se força e não ofusca.
Há tempos estou querendo escrever sobre os dias nublados. Das noites de inverno. Gosto destes dias e, particularmente, destas noites. Sentir aquele friozinho ventilando o rosto gelado. Admirar aquele sol que se deita rosado. Eu gosto dos dias amenos, frescos e do céu em brasa mormente, como uma obra de arte que nos toca intuitivamente. Despretensiosa. O inverno pra mim é assim. Seu frio me aconchega. Seu vento me acolhe. Seus sóis me revigora.
Gosto da sua presença tímida, que chega sem se anunciar. Que nos envolve sem pesar sobre a nossa derme. Trazendo lembranças das tardes em que os cabelos precisavam de elásticos. Mas que bastava um casaco pra continuar a brincadeira. A fogueira à noite vinha como uma ideia e as consequências disto eram somente batatas-doces quentes e assadas. Sim, como são bons os dias cinzentos. Agradáveis e delicados. Tem coisa mais gostosa do que pessoas assim? Chegam sem aviso. Se põe. Quando menos percebemos já estão lá sendo, desnecessariamente, tudo o que não imaginávamos que precisávamos.
Assinar:
Comentários (Atom)