sábado, 2 de janeiro de 2016

30.12.15

Aí chega a hora da retrospectiva, de fazer aquela faxina mental e buscar saídas pros incómodos cotidianos q a gente empurra só de pirraça com a vida. Parar de arrastar correntes q nao são suas e q ainda assim te aprisionam. Expulsar seus demónios, resignficar seu local no mundo das relações interpessoais. Ja se faz a hora de esvaziar a lixeira dos mal entendidos. A opção pra quem não está disposto a carregar os fantasmas do passado alheio a si eh somente uma, seguir.
Abandonar as amarras invisíveis q se apresentam intransponíveis, mas q sequer existem. É emergencial. É necessidade.
Insistir em consensualizar com quem quer ser inconciliável eh o mesmo q decidir por uma opção q não eh sua. Desapriosionar a alma ciente de q todos individualmente escolhemos nossos caminhares. E devolver pro outro o mérito e o demérito do q suas escolhas geraram, toda escolhas implica perdas e ganhos.
Pois, por mais boa vontade q vc tenha em superar conflitos, vc só supera os seus próprios conflitos. Há travessias q cabem ao outro, q é do outro. Sua permanência no estender apoio não muda o poder de decisão do outro.
A lição do dia é que a liberdade do amor está em deixar o outro decidir e respeitar as escolhas que só cabem ao outro. Pq amor em relação só existe em reciprocidade. A entrega existe em reciprocidade. Eu te amo pq me amo. E pq me amo respeito a sua escolha de seguir. Sua escolha de seguir me apresenta somente uma opção deixar de estar. 

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