Daí, pego os escritos antigos. Revejo na memória o q se foi e o q fica, porque sempre fica alguma coisa... Desfaço algumas ideias, crio outras. Sigo sem explicações, com reflexões. Os corações, tenho muitos, estão dispostos, a face está serena. Sem embriaguez realizo-me mais uma vez, agora, desperta. Hoje não me recolho, porque não mais imponho-me as vendas com neblinas. Não desaguo no mar, mergulho. Com os olhos aberto vejo além dos reconvexos. E sigo, somente sigo... respiro e revivo, sem desafiar as ondas transito por elas, em companhia afagam-me e molham-me a alma. Preciso de mais que gotas. A chuva me molha, mas não me engole, não me mastiga devolvendo-me inteira. O mar devora-me a serenidade, satisfaz-me os desejos, invade as prisões e a destrói, com tamanha força, que já não mais vejo porque mantê-las.
Não sei quantas vezes fiz e realizei o mesmo trajeto. Desde menina. Hoje, busco outro lugares.
Não sei quantas vezes fiz e realizei o mesmo trajeto. Desde menina. Hoje, busco outro lugares.
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